Panorama Sinaxys · 2026

O brasileiro já paga R$ 317 bilhões do próprio bolso em saúde

Um mercado maior que a saúde suplementar cresceu por fora dos convênios, e reorganizou como clínicas populares, redes de odontologia e franquias médicas contratam, pagam e retêm o corpo clínico PJ.

Para CEOs, sócios, diretores financeiros e líderes
de clínicas populares, redes DTC, franquias e hospitais-dia
Uma leitura da Sinaxys · sinaxys.com
◆ Panorama em números

O mercado, em 8 números que não cabem numa planilha

0bi

Gasto out of pocket em saúde no Brasil (2023)

IBGE / IESS 2024

0M

Brasileiros sem plano de saúde suplementar

ANS 2025

0%

Da população depende exclusivamente do SUS ou do bolso

ANS 2025

R$0

Ticket médio da consulta popular no Brasil

Abramed 2024

0M

Pacientes únicos atendidos pelo dr.consulta em 2024

dr.consulta institucional

0%

Taxa média de absenteísmo em clínicas populares

dr.consulta / SBGG

0%

Das clínicas concilia repasse médico ainda em Excel

Sinaxys 2026

0+

Unidades da OdontoCompany, maior rede odontológica do mundo

OdontoCompany 2025

SinaxysPanorama Sinaxys · 2026
01
Abertura

Antes de começar

Uma leitura honesta sobre o que mudou em 2026, e o que vem pela frente, para quem decide os rumos de uma operação de saúde.

Em poucos meses, três notícias redefiniram o jogo:

01
Demografia médica

Mais médicos, mais mulheres, mais especialistas, mais vínculos fragmentados.

02
Resolução CFM

Atraso de honorário virou risco regulatório, com sanções até cancelamento de registro PJ.

03
Reforma tributária

Vigente. Muda a lógica fiscal da saúde e exige organização documental que poucas clínicas têm.

Juntos, esses três movimentos elevam a régua de como o corpo clínico PJ precisa ser contratado, pago e auditado. Quem opera no manual fica mais exposto. Quem organiza ganha previsibilidade, retém talento e protege o registro.

O que você vai encontrar
→ Um retrato do mercado médico em 2026
→ O que muda com CFM 2.462 e LC 214
→ Como redes estão organizando o ciclo
→ Diagnóstico em 15 perguntas
02
O deslocamento silencioso

O paciente virou o pagador direto

Enquanto o debate público girava em torno de convênios e SUS, um terceiro mercado cresceu por fora dos dois. Em 2023, o desembolso direto das famílias com saúde superou toda a receita da saúde suplementar, e continua acelerando. É esse fluxo que sustenta clínicas populares, franquias de odontologia e a nova geração de operações DTC.

Movimento 1

R$ 317 bi saem do bolso do brasileiro

IBGE e IESS mostram que o gasto out of pocket em saúde superou a receita da saúde suplementar. Não é minoria: é a maior fonte de financiamento privado da assistência no país, e cresce em ritmo maior que planos e SUS.

Movimento 2

102 milhões sem plano, e agora clientes

Quase metade da população depende exclusivamente do SUS ou do próprio bolso. A queda estrutural de beneficiários abriu espaço para clínicas populares com consulta a partir de R$ 100 e ticket previsível pago no balcão.

Movimento 3

Atrasar honorário virou risco regulatório

O CFM publicou a Resolução nº 2.462/2026: atraso ou retenção de honorário do médico PJ passa a gerar sanção administrativa contra a contratante, chegando ao cancelamento do registro. Vale para qualquer modelo, inclusive DTC.

Onde o mercado cresceu

A saúde de varejo tomou a frente

Enquanto o convênio perde beneficiário, o balcão ganha volume. Odontologia de franquia, clínicas populares e centros de imagem por procedimento passaram a ser a porta de entrada em saúde para dezenas de milhões de brasileiros, sempre com corpo clínico PJ girando por dentro.

A odontologia é o retrato mais claro do movimento. A OdontoCompany superou 2.000 unidades franqueadas e tornou-se a maior rede odontológica do mundo. Oral Sin, OrthoPride, Sorridents e outras redes de varejo replicaram o modelo: consulta acessível, pagamento no balcão, dentista PJ girando por hora, dia ou cadeira, com repasse por Fator R e produção medida.

Na medicina, o mesmo movimento se estruturou em torno das clínicas populares. Consulta a partir de R$ 100, agenda cheia, ticket direto do paciente e um corpo clínico que, cada vez mais, atua em múltiplas unidades como pessoa jurídica. O caso dr.consulta é a referência mais visível, com 4 milhões de pacientes únicos em 2024, sem operar convênios, com repasse ao médico calculado sobre produção efetiva.

Para quem dirige uma rede, a consequência é operacional: o dinheiro não entra mais em lote 30/60/90 dias depois. Entra todo dia, no balcão. E precisa sair para o corpo clínico com a mesma disciplina: por competência, por produção, por médico, com nota fiscal e retenção corretas.

R$ 317 bi
out of pocket

Desembolso direto das famílias em saúde no Brasil, maior que a receita da saúde suplementar.

102 mi
sem plano

Brasileiros que dependem exclusivamente do SUS ou do próprio bolso para se cuidar.

2.000+
franquias odonto

Unidades OdontoCompany, maior rede odontológica do mundo, 100% varejo.

R$ 100
consulta popular

Ticket médio de entrada em clínicas populares, pago direto pelo paciente no balcão.

4 mi
pacientes DTC

Pacientes únicos atendidos por uma única rede popular (dr.consulta) em 2024.

Três frentes de uma mesma operação

Nesse mercado, contratar médico ou dentista PJ não é escolha estratégica: é o modelo. E, com o balcão respondendo pela maior parte do caixa, três frentes deixam de ser opcionais.

Recrutamento

Preencher agendas em unidades que crescem, sem depender de indicação informal.

Financeiro

Transformar recebimento diário do balcão em repasse organizado por produção.

Fiscal

Nota fiscal, retenção e trilha auditável para cada PJ, em cada competência.

Quando o paciente vira o pagador, a operação vira o produto. E o corpo clínico PJ vira a linha de produção.

O ponto comum

A pergunta deixou de ser "como conviver com o convênio?". Passou a ser "como organizar o balcão que entra todo dia e o repasse ao PJ que sai por competência, sem depender de planilha?".

03
Mercado médico brasileiro em 2026

O novo mapa do corpo clínico

Os números importam menos pelo que dizem isoladamente, e mais pelo que indicam quando combinados. Mais médicos, mais vínculos, mais especialidades, mais agendas. E uma operação que precisa absorver tudo isso sem perder controle.

635 mil
médicos em atividade no Brasil em 2025
1,15 mi
projeção para 2035, dobro da força em uma década
50,9%
mulheres como maioria pela primeira vez

Crescimento da força médica

Total de médicos em atividade no Brasil, em milhares. Ilustrativo.

Composição por gênero

Mulheres tornam-se maioria pela primeira vez na história.

Mulheres 50,9%
Homens 49,1%

Concentração regional

O Sudeste concentra mais da metade dos especialistas. Densidade média por mil habitantes.

O que isso significa para quem dirige uma rede

Mais médicos não significa menos complexidade operacional. Significa mais vínculos para administrar, mais agendas para conciliar, mais regras de pagamento para parametrizar e mais documentação para validar.

Operações que crescem por expansão geográfica precisam padronizar processos entre unidades. O que não escala em uma clínica vira gargalo crítico em uma rede.

Quando passamos de três para sete unidades, nosso financeiro descobriu que tinha sete formas diferentes de calcular o repasse do mesmo médico. Cada coordenadora local tinha seu próprio método.
Diretor Financeiro · Rede de clínicas multiespecialidade · Sudeste
04
Do balcão ao repasse

O ciclo de duas vias que define a margem

Toda clínica sabe quanto cobra do paciente. Poucas sabem, em tempo real, quanto deve ao corpo clínico, com nota fiscal validada, retenção parametrizada e comprovante de pagamento conciliado por competência.

Esse desconhecimento não é descuido. É consequência de uma operação que cresceu mais rápido que o processo. A clínica moderna administra uma cadeia de repasses que precisa funcionar com consistência documental do início ao fim.

As nove etapas do ciclo

Fluxo normal Ponto crítico
  1. 01
    Agenda
  2. 02
    Produção
  3. 03
    Validação contratual
  4. 04
    Emissão de NF
  5. 05
    Retenções
  6. 06
    Conciliação
  7. 07
    Comprovante
  8. 08
    Pagamento
  9. 09
    Auditoria

Destacados em roxo: pontos onde o manual costuma quebrar.

Onde o manual costuma quebrar

EtapaO que costuma quebrarConsequência
Cálculo de produçãoCancelamentos, encaixes, trocas de plantão e substituições sem registro formal.Divergência entre o que foi feito e o que é pago.
Validação de nota fiscalNF emitida com valor, tomador, competência ou natureza inconsistentes.Pagamento bloqueado ou risco fiscal.
Retenção tributáriaParametrização diferente por prestador, regime e município.Recolhimento incorreto ou ajuste a posteriori.
Conciliação financeiraCruzamento entre agenda, produção, NF e comprovante feito em planilha.Falta de trilha de auditoria por repasse.
O diagnóstico por trás do descontrole

Duas vias que precisam bater, e quase nunca batem

No modelo de saúde de varejo, a operação tem dois lados apenas: o dinheiro que entra pelo balcão e o dinheiro que sai como repasse ao corpo clínico PJ. Simples no papel. Na prática, cada via vive num sistema, com um dono, e nunca fecha por médico e por competência.

  1. VIA 01
    Recebimento no balcão

    Pix, cartão, dinheiro e recorrência entrando todo dia, por unidade, por profissional atendente. Vive no sistema de vendas / meios de pagamento, sem visão consolidada por médico ou procedimento.

  2. VIA 02
    Repasse ao médico PJ

    O que precisa sair para cada PJ, com produção conferida, contrato aplicado, retenção parametrizada, nota fiscal validada e comprovante. Vive em planilha à parte, na mão do administrativo.

Duas vias, dois sistemas, dois donos. Enquanto o que entra no balcão não conversa com o que sai como repasse, por competência, por médico e por documento fiscal, o fechamento depende de memória e planilha, nunca de rastreabilidade.

A gente sabia que tinha problema de repasse. O que a gente não sabia era o tamanho. Quando começamos a auditar, descobrimos divergências em quase um terço dos pagamentos do trimestre.
Sócio-Diretor · Hospital especializado · Centro-Oeste
Profissional administrativo de clínica analisando relatórios de repasse médico
05
O que não aparece no P&L

O custo silencioso do manual

O processo manual parece econômico até a operação crescer. Em volume baixo, planilhas e mensagens sustentam o ciclo. Em volume médio, o financeiro passa a operar em modo de retrabalho contínuo. Em redes e franquias, o problema deixa de ser pagamento e vira governança.

Um princípio operacional

O processo manual não falha porque a equipe é ruim. Ele falha porque a operação ficou complexa demais para depender de memória, planilha e mensagem solta.

01
Erro de repasse
Valor pago diferente da produção calculada, gerando contestação e retrabalho.
02
Atraso de honorários
Pagamento trava por pendência documental ou caixa mal projetado.
03
NFSe divergente
Valor, competência, tomador ou serviço inconsistentes, exigindo correção.
04
Retenção incorreta
Parametrização diferente por prestador ou regime, gerando ajuste posterior.
05
Planilhas paralelas
Unidades calculam de formas diferentes, sem padronização.
06
Dependência de pessoa-chave
Apenas uma pessoa entende o fechamento mensal.
07
Falta de auditoria
Não há histórico confiável do cálculo e do pagamento por competência.
08
Caixa imprevisível
Repasses variáveis não projetados, dificultando planejamento.

O custo de retenção que ninguém calcula

Há ainda um custo menos visível, mas o mais caro de todos: a perda de confiança do corpo clínico. Médico que sente insegurança sobre quando e como vai receber muda de lugar. Em mercados disputados por especialistas, perder talento por desorganização operacional é um luxo que poucas clínicas podem se dar.

No nosso caso, o problema nem era pagar atrasado. Era explicar. Quando o médico ligava perguntando por que o valor estava diferente, a gente precisava de uma semana para reconstruir o cálculo. Isso desgastava a relação muito mais que o atraso em si.
Gerente Administrativa · Rede de clínicas oncológicas · Sul
06
O que passou a ser exigência, não boa prática

A nova régua de 2026

Três frentes regulatórias distintas (conselho profissional, Supremo Tribunal Federal e fisco) convergiram no mesmo ano sobre o mesmo elo da cadeia: o pagamento ao médico PJ. Conhecer cada uma, em separado e em conjunto, virou condição mínima de operação.

Pressão regulatória convergente em 2026

Três marcos, três fontes normativas, um mesmo ponto de impacto: a relação PJ.

  1. 02 · JUN · 2026 · Conselho Federal de Medicina
    Resolução CFM nº 2.462/2026

    Sanções administrativas para PJ que atrasa, retém ou deixa de repassar honorários ao médico. Alegar que o convênio ainda não pagou deixa de ser justificativa automática.

  2. 18 · JUN · 2026 · Supremo Tribunal Federal
    Tema 1.389 · retomada dos julgamentos

    Com a retirada da suspensão sobre pejotização, cada contrato PJ volta a ser lido caso a caso, e o padrão documental do repasse passa a ser prova, não formalidade.

  3. 01 · SET · 2026 · Comitê Gestor · NFS-e Nacional
    NFS-e Nacional obrigatória para o Simples

    Emissão padronizada de nota de serviço para prestadores do Simples Nacional. O médico PJ passa a emitir em layout único, integrável e auditável em nível federal.

Leitura conjunta

A soma das três frentes desloca o eixo do compliance: quem contrata médico PJ precisa provar quem recebeu, quanto recebeu, quando recebeu e qual documento fiscal sustenta o pagamento. Sem rastreabilidade nativa, cada uma das três frentes vira risco isolado.

Resolução CFM nº 2.462/2026

Publicada em 2 de junho de 2026, estabelece medidas administrativas contra empresas, organizações sociais, fundações, associações, cooperativas, entidades filantrópicas e demais pessoas jurídicas que atrasarem ou deixarem de pagar honorários, salários, plantões ou sobreavisos a médicos. A norma entrou em vigor 30 dias após a publicação.

O ponto que muda o jogo

A alegação de atraso, retenção ou ausência de repasse financeiro por contratante público ou privado não afasta, por si só, a responsabilidade administrativa da pessoa jurídica perante os médicos contratados, credenciados, escalados ou intermediados.

Em outras palavras: o argumento de que o convênio ainda não pagou deixa de ser justificativa automática.

A escada de sanções

Severidade crescente, conforme a Resolução.

  1. NÍVEL
    1
    Advertência formal

    Notificação para regularização do pagamento dos honorários devidos.

  2. NÍVEL
    2
    Multa administrativa

    Pode chegar a cem vezes o valor da anuidade em casos de reincidência.

  3. NÍVEL
    3
    Suspensão do registro

    Pessoa jurídica fica impedida de operar por até um ano.

  4. NÍVEL
    4
    Cancelamento do registro

    Cancelamento definitivo da inscrição da pessoa jurídica no Conselho Regional.

  5. NÍVEL
    5
    Bloqueio dos sócios

    Impede que sócios abram novas pessoas jurídicas médicas para burlar a punição.

Lei Complementar nº 214/2025

Sancionada em janeiro de 2025, regulamenta a Emenda Constitucional 132/2023 e institui dois novos tributos sobre o consumo: a Contribuição sobre Bens e Serviços, de competência federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços, de competência compartilhada entre estados, municípios e Distrito Federal. Em conjunto, substituem PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS.

Os artigos 128 a 134 estabelecem redução de 60% nas alíquotas para serviços de saúde, dispositivos médicos e medicamentos listados nos anexos. Para operações de varejo em saúde, a base de cálculo passa a exigir rastreabilidade por documento fiscal emitido, o que só se sustenta quando o repasse ao corpo clínico PJ é auditável por competência.

Cronograma da reforma tributária

  1. 2026

    Fase inicial de transição. Alíquotas reduzidas de teste.

  2. 2027

    CBS passa a vigorar com alíquota plena. Split payment começa a operar.

  3. 2029-2032

    Transição gradual de ICMS e ISS para IBS.

  4. 2033

    Substituição completa dos tributos antigos.

O split payment muda o caixa

Previsto para 2027, retém o imposto automaticamente no momento do pagamento eletrônico. O valor recebido pela clínica passa a ser líquido. Quem não simular o impacto antes terá surpresa.

Recepção de clínica moderna, ambiente neutro e organizado
Prova viva do modelo · Caso de mercado

dr.consulta: a rede que desistiu do convênio e virou referência DTC

Fundado em 2011, o dr.consulta consolidou-se como a maior rede privada de clínicas populares do Brasil. Em 2024, tomou a decisão que virou marco de mercado: encerrar o atendimento por convênios e passar a operar 100% pelo desembolso direto do paciente. A tese: previsibilidade de caixa, ticket controlado e foco em produção medida por médico PJ.

4 mi
pacientes únicos atendidos em 2024
R$ 100
ticket médio da consulta popular
100%
receita hoje via desembolso direto do paciente
30%
absenteísmo médio em clínicas populares
O que o modelo prova
  • Volume acessível de paciente sem depender de operadora.
  • Caixa diário previsível, sem 30/60/90 dias de defasagem.
  • Corpo clínico PJ girando por produção efetiva, não por hora contratada.
O que o modelo exige
  • Recebimento do balcão consolidado por médico e procedimento.
  • Repasse ao PJ com nota fiscal, retenção e comprovante por competência.
  • Gestão de absenteísmo: o paciente que não vem também não paga.

O que o dr.consulta mostrou não é uma exceção: é o playbook que odontologia de varejo, imagem, oftalmologia e novas redes multiespecialidade já estão replicando.

07
Uma nova categoria de operação

Governança do corpo clínico PJ

Por muito tempo, o mercado tratou o problema da gestão do corpo clínico como vários problemas separados. Recrutamento aqui. Contratação ali. Pagamento em outro lugar. Fiscal em um quarto sistema. A clínica que quisesse organizar tudo precisava ser ela mesma o ponto de integração.

Esse modelo funcionava quando a operação era simples. Em 2026, com o cenário regulatório que se desenhou, ele virou risco. Quem trata as etapas como peças isoladas perde a trilha de auditoria, perde a capacidade de comprovar pagamento, perde o crédito tributário que a lei garante.

Como o mercado costuma tratar o problema

Tipo de soluçãoO que costuma resolverO que normalmente não cobre
Plataforma de gestão clínicaAgenda, prontuário, faturamento, cadastro de pacientes.Gestão financeira e fiscal do corpo clínico PJ.
ERP financeiroContas a pagar e receber, conciliação bancária.Regra médica de produção, escala, CRM, contrato e documentação profissional.
Marketplace de vagasDivulgação de oportunidades, captação de candidatos.Credenciamento, contrato, folha médica, NFSe, pagamento e auditoria.
Plataforma de pagamentoTransação, split, antecipação financeira.Regras médicas, CRM, contrato, escala, produção e NFSe do prestador.
Processo manualFlexibilidade e baixo custo inicial.Escala, governança, rastreabilidade e padronização.
A categoria que abre em 2026

Governança do corpo clínico PJ. Uma única camada que conecta contratação, credenciamento, contrato, produção, nota fiscal, retenção, pagamento e auditoria. Não substitui o sistema clínico. Não substitui a contabilidade. Substitui o conjunto de planilhas, mensagens e conferências manuais que hoje sustentam a operação financeira do corpo clínico, a camada de organização do bastidor de quem cuida.

08
A plataforma

Como a Sinaxys resolve em uma única operação

A Sinaxys conecta recrutamento, contratação, pagamento e compliance fiscal do corpo clínico em um único ambiente. Para clínicas, hospitais e redes que operam com corpo clínico PJ, o Prime estrutura o bastidor da operação: do credenciamento ao pagamento, com trilha de auditoria por médico, unidade, competência e documento.

Os blocos da operação

01
Recrutamento
Atração e organização de profissionais para vagas e escalas.
Reduz dependência de indicação informal.
02
Credenciamento (KYD)
Validação documental, CRM, especialidade e bureaus.
Mais segurança antes do início da atuação.
03
Contrato
Centralização de condições, regras de prestação e aceite.
Menos informalidade e clareza de regras.
04
Repasse
Cálculo por consulta, produção, plantão, procedimento, percentual ou revenue share.
Menos divergência e maior previsibilidade.
05
NFSe automática
Emissão por certificado digital A1, em um clique.
Menos retrabalho fiscal e contábil.
06
IA de retenções fiscais
Leitura automática de ISS, IRRF, INSS, PIS, Cofins e CSLL.
Parametrização correta por prestador e regime.
07
Três rotas bancárias
Pagamentos com rota principal e fallbacks ativos.
Nenhum repasse fica parado.
08
Conciliação
Cruzamento entre agenda, produção, NFSe e comprovante.
Trilha auditável por repasse.
09
Dashboard de compliance
Visão consolidada por unidade, competência e indicador.
Resposta rápida a auditoria e governança.
10
Sinaxys Pay
App pelo qual o médico acompanha repasses e antecipa recebíveis.
Retenção de talento sem aumentar repasse.

O que muda na prática para a clínica

Em vez de cinco sistemas que não conversam, uma operação única. Em vez de planilhas de fechamento mensal, conciliação automática. Em vez de explicar cálculos sob demanda, dashboard com tudo rastreável. Em vez de bloqueios de pagamento por nota fiscal divergente, validação automatizada que devolve a inconsistência ao prestador antes do vencimento.

Resultado prático

  • Pagamento do corpo clínico sem planilhas.
  • Uma única fatura paga toda a equipe médica.
  • Nota fiscal automática por certificado A1.
  • Conciliação bancária automática.
  • Pix, três rotas bancárias e antecipação de recebíveis.
  • App Sinaxys Pay para o profissional, sem custo adicional para a clínica.
Conhecer o Prime
Tela do aplicativo Sinaxys Pay mostrando repasses e antecipação
09
Resultados que falam por si

Quem já opera assim

A Sinaxys foi construída ao lado de clínicas, redes e hospitais que precisavam organizar o ciclo do corpo clínico PJ em escala. Hoje, são mais de mil e trezentas operações usando a plataforma como base.

0 mil+
profissionais de saúde cadastrados na plataforma
0 mil+
profissionais recebendo via Prime mensalmente
0+
clínicas, hospitais e redes em operação ativa
R$ 0 mi+
em volume mensal de pagamentos processados
0 mil+
profissionais de alcance por vaga publicada
0 anos
de atuação especializada em saúde

Caso de referência: AmorSaúde

A maior rede de clínicas populares do Brasil escolheu a Sinaxys para organizar o pagamento de seu corpo clínico. Hoje, mais de duzentas e cinquenta clínicas AmorSaúde e seis mil profissionais operam sob a estrutura Sinaxys, com pagamento centralizado, NFSe automática e trilha de auditoria preservada por competência.

Antes da Sinaxys, fechar a folha do corpo clínico levava cinco dias úteis e envolvia três pessoas só na conferência. Hoje, o fechamento roda em horas, e a equipe que fazia conferência opera análise estratégica.
Head de Operações · Rede de clínicas com mais de 50 unidades
O que mais pesou na decisão não foi automação, foi auditoria. Pela primeira vez, consigo abrir um pagamento de seis meses atrás e ver exatamente o que foi calculado, com qual nota, com qual retenção, com qual comprovante.
CFO · Hospital especializado em alta complexidade
Quando a Resolução do CFM foi publicada, nossa diretoria pediu um diagnóstico em quarenta e oito horas. A gente conseguiu entregar porque o dado já estava organizado. Para quem opera no manual, esse tipo de pedido vira projeto de mês.
Diretor Financeiro · Rede de clínicas multiespecialidade
10
Para quem quer olhar antes de decidir

Diagnóstico em 15 perguntas

A pergunta certa, no momento certo, vale mais que dez relatórios. Esta lista foi pensada para você responder em silêncio, sem mostrar para ninguém. Quanto mais respostas afirmativas, maior o grau de governança da sua operação. Quanto mais incertezas, mais cedo vale conversar.

Sua marcação
0/15

Marque as afirmativas verdadeiras para sua operação.

Não para vender. Para mostrar como redes do seu porte estão organizando o mesmo ciclo, e onde costumam estar os pontos cegos.

11 · Próximo passo

Uma conversa que vale mais que uma apresentação

Você chegou até aqui. Isso já indica que a gestão do corpo clínico PJ está no seu radar. O próximo passo, se fizer sentido para você, é uma conversa de trinta minutos com um especialista da Sinaxys.

Não é demonstração de software. Não é apresentação institucional. É uma leitura honesta sobre o seu cenário: como você contrata hoje, como paga hoje, onde estão os pontos de exposição, o que mudaria em um modelo organizado e quanto faria sentido investir nessa mudança considerando o tamanho da sua operação.

Se ao final da conversa o Prime fizer sentido, mostramos como funciona. Se não fizer, você sai com um diagnóstico claro e algumas recomendações que valem mesmo se você não fechar nada.

Ou comece pelo Free

Se ainda não é o momento de uma conversa, comece pelo Sinaxys Vagas. Gratuito, sem cartão e sem fidelidade. Publique vagas, conheça a plataforma e ative o Prime quando fizer sentido para sua operação.

Postar vaga gratuita
O que você ganha começando agora
  • Acesso imediato à base com mais de 48 mil profissionais cadastrados.
  • Alcance de mais de 100 mil profissionais por vaga publicada.
  • Visibilidade do ecossistema Sinaxys antes de qualquer decisão sobre Prime.
12
Conexões para carreiras e negócios em saúde

Sobre a Sinaxys

A Sinaxys é a plataforma que conecta clínicas, hospitais e redes ao corpo clínico que sustenta a operação de saúde no Brasil. Em um único ambiente, organiza recrutamento, credenciamento, contratação, pagamento, nota fiscal, retenção e auditoria.

Mais de mil e trezentas clínicas, hospitais e redes operam com a Sinaxys. Mais de quarenta e oito mil profissionais de saúde estão cadastrados na plataforma. Mais de trinta milhões de reais em pagamentos ao corpo clínico são processados todos os meses.

A tese é simples: ninguém deveria escolher entre crescer e organizar a operação. Quem cuida merece processo. Quem dirige merece previsibilidade. Esse é o trabalho da Sinaxys.

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