A odontologia é o retrato mais claro do movimento. A OdontoCompany superou 2.000 unidades franqueadas e tornou-se a maior rede odontológica do mundo. Oral Sin, OrthoPride, Sorridents e outras redes de varejo replicaram o modelo: consulta acessível, pagamento no balcão, dentista PJ girando por hora, dia ou cadeira, com repasse por Fator R e produção medida.
Na medicina, o mesmo movimento se estruturou em torno das clínicas populares. Consulta a partir de R$ 100, agenda cheia, ticket direto do paciente e um corpo clínico que, cada vez mais, atua em múltiplas unidades como pessoa jurídica. O caso dr.consulta é a referência mais visível, com 4 milhões de pacientes únicos em 2024, sem operar convênios, com repasse ao médico calculado sobre produção efetiva.
Para quem dirige uma rede, a consequência é operacional: o dinheiro não entra mais em lote 30/60/90 dias depois. Entra todo dia, no balcão. E precisa sair para o corpo clínico com a mesma disciplina: por competência, por produção, por médico, com nota fiscal e retenção corretas.